Mãe cheia de graça

Por Dayane Cristina

Mãe cheia de graça

Um ser que aconselha, ensina, educa, corrige, ora, sorri, chora. Uma mulher forte, guerreira, perseverante. Sensível, mas não frágil. Ela tem um chamado de Deus para cuidar e o cumpre, com amor e dedicação, com o filho do ventre ou do coração.

Existem mães de todo tipo. Algumas são mais atenciosas, outras expressam seus sentimentos de forma sutil. Algumas são tranquilas, outras, mais agitadas. Mas todas têm algo em comum: são cheias de graça.

Mãe envergonha os filhos aos chamá-los de “bebês” ou “filhinhos da mamãe” na frente dos amigos deles. Parece que faz de propósito (rs). E quanto mais eles não gostam, mais ela faz. Porque sabe que, um dia, eles reconhecerão que ela é uma grande amiga, alguém que deve ser abraçada, beijada – independentemente de quem esteja por perto – e amada de todo coração.

Ela aconselha, com todo conhecimento e experiência que tem, mas, às vezes, as “crianças” não obedecem, e se arrependem depois. Por exemplo: mesmo que o sol esteja intenso, ela diz: “Leve agasalho e guarda-chuva porque pode fazer frio e chover”. Se o filho não leva, parece que o clima conspira (rs). As nuvens tapam o sol; o vento começa a soprar; e a chuva cai. Aí, só resta dizer: “Porque não escutei minha mãe?”.

Ela liga várias vezes durante o dia e diz as mesmas coisas: “Já comeu?”, “Levou dinheiro?”, “Está bebendo água?”, “Não ande falando ao celular”, “Tome cuidado por onde passa”.

Ela quer segurar a mão do filho para atravessar a rua. Se ele é uma criança, o objetivo é tentar protegê-lo. Se já é um adulto, ela é quem quer proteção.

Ela prepara marmita para os filhos casados que passam o domingo em sua casa e querem saborear “comida de mãe” no dia seguinte.

Ela passa dois dias longe e parece que foram dois anos. Chega abraçando e beijando como se não houvesse amanhã.

Ela fica triste, mas nunca assume. Tenta ser forte nos momentos difíceis. Afinal, muitas vezes, é o suporte dos filhos e não quer transparecer sua fraqueza.

Ela sabe quando sua “cria” está triste ou alegre. Não precisa ver lágrimas ou gargalhadas. Sente, por instinto, quando está tudo bem ou mal. E vive cada momento; se entristece e se alegra junto.

Elas têm um dom diferente, algo difícil de explicar. Foram escolhidas por Deus para serem referência e fazerem a diferença. Elas são incríveis. São mães!

Feliz Dia das Mães!

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Dayane CristinaDayane Cristina é estudante de Jornalismo, estagiária no portal Lagoinha.com
dayane.cristina@redesuper.com.br
@dayanecristinan

 


 

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