‘SuperJuntos’ premia três telespectadores que contaram histórias de como a Rede Super impactou suas vidas

Lançada no início de outubro com a proposta de premiar os três telespectadores que contassem as melhores histórias sobre como a Rede Super contribuiu para que suas vidas fossem transformadas, a promoção ‘SuperJuntos‘ chegou ao fim. Centenas de telespectadores enviaram testemunhos e uma comissão interna de avaliação selecionou as três histórias que você confere a seguir:

1º LUGAR: Andreza Bastani | Belo Horizonte (MG)

Andreza BastaniHá seis anos, eu, Andreza Bastani de Oliveira, sentia que minha vida precisava mudar. Eu não era feliz no amor, nem me dava bem com o meu pai, sempre sentindo um vazio no peito, como se um anjo triste viesse me visitar sempre. Agia muitas vezes sem pensar e, para preencher esse vazio dentro de mim, comecei a fumar maconha, cigarro e virar madrugadas na rua bebendo com amigos, achando que, dessa forma, o vazio que eu sentia ia sumir. Meu pai, muito preocupado comigo, começou a procurar igrejas pedindo ajuda pra ele e pra mim. As orações dele, então, começaram a fazer efeito… Deitada na minha cama assistindo TV, passei pela Rede Super e o André Valadão cantava a música “Milagres”. Resolvi, então, prestar atenção na letra, e o Espírito Santo me tocou. Fiquei emocionada e chorei muito, assisti ao culto e resolvi mudar de vida. Eu, então, me converti, me batizei, sou a melhor amiga do meu pai, sou muito bem-casada, tive uma filha linda e sou membro fiel da Igreja Batista da Lagoinha.

 

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2º LUGAR: Edilaine Diniz | Tocantins

Edilaine DinizPaz e graça, amados irmãos! É com imenso prazer que venho escrever um pouco da minha história, que foi grandemente abençoada por esse canal que me liga a Cristo.

No ano passado, perdemos uma tia muito nova, 43 anos, de câncer no intestino. Dentro de uma semana que ela descobriu a doença, ela faleceu. Foi muito sofrido, porque tínhamos perdido meu avô também, de câncer de próstata, a pouco tempo. Sem contar que minhas primas ficaram sozinhas, pois também já haviam perdido o pai. A dor era muito grande. Depois de 24 dias que minha tia tinha partido, minha vozinha não resistiu ao baque emocional e veio a falecer do coração. Pronto! Minha família estava se desmoronando e não podíamos fazer nada a não ser orar e pedir a misericórdia de Deus. Não foi nada fácil, mas conseguimos tirar forças de Deus pra suportar.

O ano de 2014 começou, e no primeiro dia útil do ano, meu esposo foi transferido no trabalho para uma cidade no interior do Tocantins. Meu Deus, agora estaríamos sozinhos, só nós três! Isso gerou em mim um medo muito grande, pois meu filho, que na época tinha apenas 1 aninho, precisava de cuidados especiais, ele foi diagnosticado com a doença do refluxo e também era alérgico a proteína do leite de vaca. Por orientação médica, parei de trabalhar pra cuidar do meu filho, foi difícil essa escolha, porque amava meu trabalho. Com essa mudança de vida, além de cuidar do meu filho passei a ser dona de casa, porque não conhecíamos ninguém na cidade e optei por fazer os serviços domésticos pra colaborar e me sentir útil. A pior das coisas foi mudar de igreja e não ter o ombro do meu pastor pra chorar. Parecia que Deus estava me tirando tudo. Eu orava, mas não sentia paz, não conseguia me ligar a Cristo vivendo todos os problemas e ao mesmo tempo.

A distância dos meus pais, do meu trabalho, da minha igreja e a saúde do meu filho me fizeram desanimar, eu não orava mais, não buscava a Deus. Ia vivendo um dia após o outro. Quando meu pai se sentiu mal e descobriu que também estava com câncer, foi a gota d’água pra mim. Ainda murmurando me levantei do pó e declarei com o restinho de força e fé que sobrara em mim, que aquele demônio estava paralisado e mandei sair da vida da minha família e do corpo do meu pai.
Meu pai, cristão muito fiel a Deus, o único da família dele, se abateu e veio passar o fim de semana comigo. Veio ele, minha mãe e minha vozinha, uma mulher de interseção a mais de 40 anos. Os recebi com o coração apertado e sobre as costas do meu pai uma sentença de morte. Fiz de tudo para agradá-los, mas nada nos alegrava.

Depois do almoço, nos reunimos na sala pra ver um pouco de televisão e meu pai começou a trocar de canal procurando algo de interessante e, de repente, uma mulher linda cantando um hino fez com que ele parasse. Todos nós ficamos anestesiados com aquela voz. Depois de um testemunho de Bianca Toledo comecei a chorar. A cada palavra dela, foi injetado em nossos corações a palavra que é viva e eficaz. Ninguém se mexia, Deus estava falando conosco naquele momento. A Bianca só faltava falar o nome do meu pai! Foi lindo e tivemos a certeza que ele iria ser curado.

E pela fé, declaramos nossa vitória! Meu pai fez os exames para a cirurgia e o médico disse que depois viriam as rádios e as quimioterapias. O câncer era muito agressivo. E fomos com fé! O dia da cirurgia chegou e eu daqui orando e clamando e me inspirava com cada pregação que ouvia da Rede Super e declarava vitória. Para a surpresa de muitos, meu pai fez a cirurgia, mas foi liberado das rádios e quimioterapias! Aleluia! Não foi achado mais nenhum vestígio de câncer nele, até o médico se surpreendeu com o resultado dos exames, meu pai está livre da doença e agora faz exames de controle a cada 3 meses! Glória a Deus!

Quanto a mim, (ahhhh!) as pregações de quarta-feira da Ana Paula Valadão me fez enxergar a importância da família e eu passei a ser uma dona de casa melhor, uma mãe melhor, uma esposa melhor para fortalecer o projeto de Deus. Hoje estou firmada na rocha, não me sinto culpada em estar em casa. Quantas mentiras satanás havia colocado em meu coração, sobre ser mãe, esposa. No culto das mulheres, aprendo muiiitttoooo e estou colocando em prática. Meu Nathan, ama o Tio Uli, vejo todos os dias o pastor Lucinho e até meu esposo, que não perdia um capítulo da novela, reconheceu a sujeira que estávamos trazendo pra nossa casa. Amo o De Tudo Um Pouco, o Balaio, os Gideões! Ahhh! E o Jardim Secreto? E o Programa Fé! Quando não estou ligada em vocês pela Rede Super, vou pra internet e vejo as pregações da Ana, da Devi Titus, da Helena Tannure.

Sinto o Espirito Santo do meu lado, e sabe? Nunca havia aprendido tanto em minha vida! Vejo que essa mudança de estado me fez uma cristã melhor, mais sabia, e amiga de Deus!

Obrigada Rede Super, por me consolar apresentando a mim o Espírito Santo!!!

Campanha 'SuperJuntos'

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3º LUGAR: não será identificado por motivo de segurança

Desde criança, sempre tive conhecimento da Palavra do Senhor. Minha mãe era uma cristã fervorosa e várias vezes na semana eu estava em cultos e nos domingos na escola dominical. Eu via a real manifestação do Senhor em diversas ocasiões e tudo aquilo era muito interessante pra mim, que queria saber cada vez mais sobre esse mundo espiritual. Recebi diversas revelações de pessoas diferentes que diziam uma só coisa: eu era um separado e escolhido de Deus. Então, tocado pela Palavra do Senhor, no meu coração, tomei a decisão importantíssima de me batizar. Só que aí veio algo que, pra mim, naquela época, eu não estava preparado: as tentações mundanas… Comecei a andar com amizades do mundo. Aos poucos, fui frequentando os mesmos lugares que eles, sempre com a intenção certa de “pegar” mulher e “chapar o coco”. Sem perceber, já tinha me afastado da minha rotina cristã, já nem queria ir mais à igreja e, infelizmente, tinha negado o meu chamado. Eu e meus amigos formamos um grupo de dança e íamos de baile em baile, festa em festa, “curtindo” a vida sem limites, mas só o álcool já não nos satisfazia mais. Então, começamos a usar drogas: primeiro a maconha e depois veio a cocaína. Todos nós já na faixa de 17 anos, desempregados, precisávamos nos sustentar e sustentar também nossos vícios. Nós morávamos em uma vila humilde onde não era raro ver a criminalidade acontecer à luz do dia e pra nós aquilo era uma porta aberta para adquirir riqueza e status. O grupo de dança então se tornou quadrilha de tráfico de drogas.

Nossa vida era à noite, correndo entre becos da polícia. Tudo aquilo era como uma aventura sem fim… Drogas, crimes e mulheres, não nos importava o que podia acontecer, o importante era “curtir” a vida sem limites. Estávamos afundados na ilusão de poder que o crime criou nas nossas mentes. Eu ainda cria em Deus, mas mesmo assim continuava com dura cerviz e permanecia no erro, e, assim, foram alguns anos vivendo na personalidade de um criminoso. Vários amigos já estavam presos, até que em 2012, eu, com 21 anos, fui preso após um assalto. Envergonhado e humilhado diante de várias câmeras para minha família e todo Brasil. Mas era ali que o Senhor começaria a fazer realmente a sua obra em minha vida e forjar o meu caráter, quebrando todo o orgulho e a vaidade que tinha me levado àquela situação. Então, foi aí que eu tive o MEU PRIMEIRO CONTATO COM A REDE SUPER. Dentro do Ceresp [Centro de Remanejamento de Presos] São Cristóvão tinha várias televisões fixadas na parede, colocadas pela IGREJA BATISTA DA LAGOINHA, que passavam o dia inteiro a programação da REDE SUPER. Fui transferido para outro presídio, onde também tinha televisão, mas lá a programação era escolhida pelos presos da cela por uma votação, e programa de igreja nunca era o mais votado.

Passando alguns meses, tive que aprender a conviver naquele ambiente, onde parecia estar sozinho. Gostava muito de ler, o que acabou se tornando um hábito. Comecei a ler também a Bíblia e tinha um cara bem coroa na cela que também gostava muito de ler a Palavra, e comecei a me aproximar dele. Ele, apesar de não ser estudado, parecia ter uma incrível sabedoria de vida. Um dia, conversando com ele sobre o mundo espiritual, eu dizendo que conhecia a Palavra, que apesar de fazer as coisas que eu fazia eu ainda era de Deus, ele me respondeu de modo seco, dizendo que o que eu e ele fazíamos era para o diabo. Não tinha como servir dois senhores, era ‘sim, sim’ ou ‘não, não’. Naquela noite, antes de dormir, fui orar. Então, o Senhor me mostrou dois caminhos: um de plenitude e salvação e muito mais do que o meu entendimento podia imaginar, e ourto de pura destruição. Eu queria retomar os caminhos do Senhor… Nos dias seguintes, me dediquei mais à Palavra de Deus e comecei a escutar louvores pelo rádio e diversas vezes sintonizava na rádio da Super FM.

Em um dia de visita, depois de despedir da minha mãe com lágrimas nos olhos, fui para minha cela, em minha cama, fechei a cortina e sintonizei na Super FM. Fechei os meus olhos ao escutar aquele louvor e era como se eu estivesse sido teletransportado para dentro da IGREJA BATISTA DA LAGOINHA. Ana Paula Valadão ministrava um louvor que me levou direto ou trono do Pai. Eu não queria abrir meus olhos por nada! Não existia mais grades, paredes, nem coisa alguma, era apenas a manifestação da plenitude do reino dos céus. Ao acabar o louvor, entra o pastor Márcio Valadão com a ministração de Palavra, uma palavra sobre arrependimento, aquela palavra o senhor mostrou que era exclusivamente para mim, que tinha me desviado e tinha que retornar aos caminhos de Deus. No final do culto, o pastor Márcio então convidou a todos que quisessem se reconciliar com o Senhor que fizessem uma oração com ele. Eu dobrei os meus joelhos e fiz aquela oração de entrega e me senti como se o próprio Deus me pegasse no colo, como se eu pudesse ver Jesus sorrindo e dizendo ‘eu te perdoo’. Foi surreal… foi real!

Passou 1 ano e fui liberto da detenção. Hoje, sou liberto e busco seguir os caminhos do Senhor. Ainda sei que sou falho e não passo de um pobre pecador, mass peço que sua misericórdia me alcance todos os dias, não somente a mim, mas a todos nós. Hoje, assisto todos os programas da Rede Super.

Pois bem, essa é minha história. A Rede Super realmente faz parte dela e espero que continue fazendo, não só da minha, mass da de vários brasileiros que precisam saber da verdade.

Muito obrigado a todos da REDE SUPER!

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A promoção deu início à campanha ‘SuperJuntos‘, uma iniciativa da Rede Super para arrecadar recursos para manter a programação no ar. Clique aqui e saiba como ajudar.


 

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