Envolver-se com política é papel do cristão como evangelista transformador, defende Raimundo Carvalho

A Igreja deve se envolver com a política? Nem todo mundo vê essa relação com bons olhos. Mas, para o presidente do Instituto de Políticas Governamentais do Brasil, Raimundo Carvallho, essa participação deveria ser, mais que uma escolha, um compromisso do cristão.

“Eu tenho 31 anos de convertido. Eu ouvi, diversas vezes, em pregações, pastores e líderes dizendo assim: ‘A Igreja não é esse templo. A Igreja é você. Somos nós’. E nós somos cidadãos brasileiros. E, como cidadãos, nós temos deveres com o governo central, que nos ordena, que nos comanda. Então, como eu sou Igreja e cidadão e não vou me envolver com a política? Nós não podemos ser apolíticos”, defende Carvalho.

“Não podemos viver apoliticamente numa sociedade vendo a corrupção, a injustiça e a impunidade. A Igreja tem que combater isso. É nosso papel de evangelista transformador”, acredita.

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