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Jovem que tinha relacionamento “péssimo” com a mãe conta como aprendeu, na dor, o valor do perdão

Amanda Moreira, 30, tinha um relacionamento “péssimo”, como ela própria descreve, com a mãe, Marisa. Tanto que preferia morar com a tia. Mas, aos 23 anos, ela se viu obrigada a mudar de postura.

Dona Marisa adoeceu. Vítima de uma série de problemas de saúde, ela ficou internada no CTI por 35 dias. Amanda precisou cuidar da mãe. Teve que se afastar temporariamente do emprego para cuidar daquela com quem o relacionamento era tão ruim. Mas foi nesse tempo que ela desenvolveu um amor muito grande por Marisa.

Ela orava pela mãe todos os dias. Lia a Bíblia com Dona Marisa, que estava entre a vida e a morte. No hospital, Amanda ouviu da mãe que ela a amava, algo que esperou muitos anos para ouvir.

Dona Marisa foi transferida para a ala de pacientes terminais e Amanda passou dois meses no hospital, dia e noite ao lado da mãe. Os médicos diziam que aquele caso estava perdido, mas, em meio a orações e súplicas, Amanda viu o quadro mudar milagrosamente.

A mãe da jovem se recuperou e, para surpresa de todos, não ficou com nenhuma sequela. A relação entre Amanda e Dona Marisa se tornou firme e intensa. “Quando você libera o perdão, Deus começa a liberar coisas na sua vida. Deus me deu a oportunidade de trocar a amargura pelo ‘amarCura'”, diz Amanda.

Hoje, a jovem continua cuidando da mãe e integra um projeto que realiza visitas a crianças em hospitais. Uma vez por semana, ela doa uma noite para passar com pacientes terminais.

Assista à entrevista:

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