Testemunho de perseverança: a indiana responsabilizada pela morte do marido por ser cristã

Redação Rede Super

 

indiana

(Foto ilustrativa: Pixabay)

Kusum*, uma indiana de 25 anos de idade, se converteu ao cristianismo na adolescência e se casou aos 15 anos. Com o casamento, ela passou a enfrentar um tempo de opressão: o marido dela a proibiu de frequentar a igreja.

O casal teve dois filhos. Quando o segundo nasceu, o marido da jovem teve uma doença incurável e morreu.

Por ser cristã, Kusum foi responsabilizada pela morte do esposo. Mas isso ainda não era a pior fase da vida dela: um dos filhos da jovem também teve uma doença grave e morreu ao completar 5 anos de idade. Na ocasião, o sogro dela foi até a casa onde ela morava com um machado. “Ele veio para me matar e eu não tinha nada para me defender, eu só podia orar. Quando comecei a clamar a Deus, ele foi embora, mas a aldeia inteira se voltou contra mim, e eu tive que enterrar meu filho sozinha”, disse em entrevista à Missão Portas Abertas (MPA).

Hoje, Kusum vive, com o filho de 10 anos, sem nenhum privilégio em sua aldeia. Com problemas de saúde e impossibilitada de trabalhar, ela recebe ajuda dos pais, que também são cristãos e trabalham a 30 km da aldeia, já que ninguém na comunidade local quer contratá-los.

Apesar de viver uma situação delicada em um país onde a perseguição religiosa é latente, Kusum persevera na fé. A jovem, junto a outros cristãos, caminham cerca de 5 a 6 km para participarem dos cultos em uma igreja. Com a ajuda da MPA, ela teve a oportunidade de conhecer outras mulheres que vivem situações semelhantes, o que tem servido de amparo para que ela siga em frente.

*Nome alterado por motivo de segurança.

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Com informações de Portas Abertas.


 

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