“Eu não me importo de morrer por esta causa”, diz mulher que lidera refúgio cristão na China

Redação Rede Super
Com informações de Portas Abertas

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(Foto ilustrativa: Pixabay)

Na China, uma cristã, que não pode ser identificada por motivos de segurança, lidera um refúgio cristão que abriga cerca de 250 mulheres que fugiram da Coreia do Norte. Apesar dos riscos da missão que ela abraçou e da consequente solidão causada pela sua escolha, ela disse, em entrevista à Missão POrtas Abertas, que não teme por sua vida. “Eu não tenho mais medo da morte. Sou uma mulher solteira e, se for necessário, eu não me importo de morrer por esta causa”.

A mulher explica que a parte mais difícil do trabalho dela é viver solitária. “Nunca pude compartilhar minhas experiências com ninguém por telefone, isso seria arriscado tanto para mim quanto para as pessoas. Eu também nunca pude me tornar membro de alguma igreja ou confiar em algum líder. Até hoje, tenho apenas dois amigos com quem posso falar mais abertamente, e, mesmo assim, eu divido apenas 50% das minhas preocupações”, disse.

“Viver solitária é a parte mais difícil do meu trabalho. Saio sozinha e volto sozinha. Sei que não há ninguém esperando por mim”, contou a mulher, cujos poucos momentos de distração ela vive quando realiza celebrações em grupo no refúgio. Assim como ela, muitos cristãos perseguidos trabalham dessa forma e necessitam de orações.

Atualmente, a China aparece em 39º lugar na classificação de países por perseguição da Missão Portas Abertas.


 

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