Estupro como arma de guerra se torna cada vez mais brutal e cruel, alerta ONU

Redação Rede Super

Jovem, vítima de violência sexual, em um abrigo seguro em Monróvia, Libéria. Foto: ONU/Staton Winter

Jovem, vítima de violência sexual, em um abrigo seguro em Monróvia, Libéria. Foto: ONU/Staton Winter

A representante especial da ONU sobre a Violência Sexual em Conflitos, Zainab Hawa Bangura, declarou que o uso do estupro como arma de guerra se torna cada vez mais “brutal e cruel”. Ela também fez um alerta contra atitudes negligentes que permitem que os grupos armados emergentes ganhem ainda mais terreno e continuem cometendo atrocidades.

“Fizemos um enorme progresso nos últimos anos, mas temos de redobrar os nossos esforços diante de novas ameaças”, disse Bangura aos jornalistas em uma coletiva de sede da ONU, que coincidiu com o aniversário de um ano do sequestro pelo Boko Haram de 276 meninas da escola na Nigéria.

Bangura pediu à comunidade internacional para renovar o seu compromisso e aumentar a pressão para não perder o que já foi conquistado e para atender às demandas de ameaças novas e emergentes.

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Com informações da Onu


 

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