Crianças cristãs são levadas para campos jihadistas e sofrem maus tratos

Portas Abertas

Foto: REUTERS/ Afolabi Sotunde

Foto: REUTERS/ Afolabi Sotunde

O site Independent Catholic News relatou, no início do mês de agosto, que aproximadamente 1.500 crianças, entre elas meninos e meninas de até nove anos de idade, foram levadas para campos jihadistas distantes, onde recebem maus tratos e são doutrinadas pela milícia islâmica.

Com base em relatórios da Ajuda à Igreja Sofredora (Ais), o surgimento repentino dos campos jihadistas está vinculado às operações de paz das Nações Unidas, e talvez elas sejam cúmplices nos últimos acontecimentos. Alega-se que alguns membros da Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo sejam muçulmanos fundamentalistas do Paquistão e que, em seu tempo livre no país africano, estão criando escolas para educação corânica e abrindo espaço para obras em mesquitas.

“As alegações desse artigo são muito graves. Estão dizendo que as tropas de paz paquistanesas estão falhando no cumprimento de sua missão? Não deve haver investigação adequada, porque se esses crimes foram cometidos, eles devem ser levados à Justiça. A origem étnica e religiosa das forças de manutenção da paz devem ser cuidadosamente consideradas, e a imparcialidade deve ser garantida. A questão é realmente preocupante para um país onde a maioria da população é cristã”, comentou um analista da Missão Portas Abertas.


 

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