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“Eu tinha tudo, mas não tinha nada”, diz ex-cantor de axé que se converteu em culto da Lagoinha

Júlio Pacheco começou a trabalhar com apenas 11 anos como percussionista da banda de seu pai. Aos 17 anos, ele seguiu carreira solo e ganhou vários prêmios musicais. Em 2007, Julinho assistiu a uma pregação do pastor André Valadão, sentiu o desejo de ir à Igreja Batista da Lagoinha e, desde então, não parou mais.

Nessa mesma época, começou a namorar uma jovem da igreja e, mais tarde, se casaram. Júlio já tinha uma filha, pois em seus shows, além de fazer uso de bebidas alcoólicas e drogas, se envolvia com muitas mulheres.

Ele já não estava muito satisfeito no meio artístico, ainda assim, aceitou a proposta de assumir uma banda de Salvador (BA) em 2009. Ficou muito conhecido na banda Patchanka, mas já não aceita bebidas e drogas em seu camarim e congregava na cidade.

Só em 2013, antes de renovar o contrato, Deus falou para ele abandonar a banda. Veio embora para BH e fez o Seminário Carisma. Hoje, Julinho Pacheco é pastor voluntário e tem uma empresa de eventos culturais que, mesmo em meio à crise, tem crescido.

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