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“A gente tem uma visão muito restrita do que é a obra missionária”, diz missiólogo

 

Em bate-papo sobre missões e linguística, o pastor, missiólogo e teólogo Bráulio Brandão fala sobre as múltiplas formas de se fazer missões.

Para Brandão, a Igreja ainda precisa se abrir para possibilidades de prática missionária que às vezes são desconsideradas diante da ideia substancial de que fazer missões é “ir”, no sentido literal da palavra.

“[…] a gente tem essa ideia de que missionário só está lá para ganhar almas, mas não é bem assim. O Evangelho precisa tocar todas as camadas da sociedade. Tem muitas formas de se fazer missões, de se trabalhar com missões. Tem muitas necessidades. Depende do povo, depende do campo”, defende. “A gente está conversando aqui sobre uma série de situações que são peculiares ao povo tucano, que eles têm uma necessidade, por estarem na fronteira entre Brasil e Colômbia. Outros povos vão ter outras necessidades. Uma delas é a da tradução da Bíblia”, exemplifica.

O teólogo acredita que a responsabilidade da Igreja vai além de ganhar espaço. “A gente tem uma visão muito restrita do que é a obra missionária. Fazer missões não é estritamente ir embora do Brasil”, enfatiza.

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