Casada com homem estéril, pastora adotou gêmeas e, meses depois, engravidou

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Com o marido de acordo, a pastora Mônica Almeida tinha o desejo de voltar da lua de mel grávida, mas não teve sucesso. Seguindo com o sonho de engravidar, eles tentavam ter filhos, mas não conseguiam, o que provocava muita tristeza para o casal.

“Desde o início, o nosso desejo de ter uma descendência era muito grande”, diz Mônica. “Isso era doloroso, eu e meu marido chorávamos. Não entendíamos por que não dava certo”. Após seis meses de tentativas e frustrações, o marido fez exames médicos que diagnosticaram que ele era estéril.

Após a descoberta, Mônica pensou que não poderia mais ser mãe. “Depois de dois dias, Deus começou a trabalhar em meu coração”, diz a pastora.

Mônica tinha um certo preconceito em relação à adoção de crianças. Mas, depois de ser aconselhada por um pastor e resistir muito à ideia, ela começou a orar para receber a direção de Deus. Então, ela e o esposo decidiram adotar gêmeas recém-nascidas.

Dez meses após a adoção, Mônica recebeu um milagre de Deus e ficou grávida. O filho nasceu e o casal percebeu que o amor era igual para os três filhos. Depois disso, eles resolveram ajudar pessoas que tinham o mesmo dilema ou receio de adotar. Foi assim que surgiu o Ministério Adotar, da Igreja Batista da Lagoinha, que tem o objetivo de quebrar o preconceito de casais em relação à adoção. “Deus tem a criança certa, com o perfil certo, para cada casal”, diz Mônica.

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