Menino de 9 anos ingressa em faculdade para provar que Deus existe

Por Abner Faustino

Menino de 9 anos ingressa em faculdade para provar que Deus existe

Foto: Reprodução / Arquivo pessoal

William Maillis é um garoto de nove anos, e, como todas as crianças dessa idade, ele gosta de brincar, jogar videogame, praticar esportes e sair com os amigos. Mas quando o assunto é estudo, William se mostra bastante diferente de outras crianças.

Em maio de 2016, o garoto se formou no ensino médio em Penn Towship, na Pensilvânia, Estados Unidos, e agora é um aluno universitário da Faculdade Comunitária de Allegheny County, em Pittsburgh, também na Pensilvânia. A passagem dele por essa faculdade deve ser temporária. A ideia de Maillis é se acostumar com o ambiente universitário e depois ir para uma instituição maior. O objetivo universitário do ‘pequeno gênio’ é se tornar um astrofísico e provar que Deus existe.

De acordo com a revista People, o menino quer provar que apenas uma força externa seria capaz de criar o mundo, contrariando as teorias de famosos físicos, como Albert Einstein e Stephen Hawking.

Segundo o pai de William, Peter Maillis, ainda bebê, o garoto se mostrava diferente. O pai revela que, quando o filho tinha 7 meses de idade, disse a William que era hora de ir dormir, e, como resposta, ouviu “eu não quero”. Aos dois anos, o garoto conseguia ler, escrever e fazer contas; aos quatro, conseguia se comunicar em grego e em linguagem de sinais; aos cinco, dominava a geometria, e, aos sete anos, sabia todos os conceitos da trigonometria.

Menino de 9 anos ingressa em faculdade para provar que Deus existe

William Maillis com seus pais (Foto: Reprodução / Facebook)

Aos 4 anos, William foi considerado um “gênio puro” após realizar testes de QI por psicólogos. Apesar de todos os avanços do garoto, o pai não se preocupa. “O que ele quiser estudar, está tudo bem para mim. Eu não quero o pressionar”, disse Peter.

Um antigo professor de História do menino disse que nunca facilitou para William. “Nós não desviamos qualquer assunto. Hitler, Mussolini, Holocausto, as guerras…”, disse o professor, que lembra que percebia apenas uma diferença em William: ele não escrevia como os outros alunos; simplesmente escutava, lia e aprendia.

“Eu só quero que ele aproveite o dom que tem”, disse o pai do garoto. “Eu sempre digo a ele: ‘Deus lhe deu um presente. A pior coisa seria rejeitar esse dom e não usá-lo para melhorar o mundo’”.


 

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