Clínica da Alma: suficientemente vazios

“E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor; e veio o credor, para levar os meus dois filhos para serem servos.

E Eliseu lhe disse: que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa. E ela disse: tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.

Então disse ele: vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas.

Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia.

Partiu, pois, dele, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam as vasilhas, e ela as enchia.

E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou.

Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto”.

(2 Reis 4:1-7)

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