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SEXTA BÁSICA recebe Helen Behrane

O SEXTA BÁSICA desta sexta-feira, 28, receberá na Igreja Batista da Lagoinha, às 19h30, a missionária eritreia Helen Berhane. A jovem ficou conhecida em todo o mundo por ter sido presa em um contêiner durante dois anos por seguir o cristianismo.

Relembre o testemunho de Helen por Fernanda Brum:

Declaração de Fernanda Brum sobre Helen Berhane

Missionária eritreia Helen Berhane

Foto: reprodução da internet

A cantora Fernanda Brum conta o testemunho de Helen Berhane (foto ao lado), cantora e missionária eritreia que foi presa dentro de um contêiner em um deserto por seguir o cristianismo. A jovem teve as pernas quebradas e recebeu a proposta de assinar um papel em que negaria tudo o que dizia em suas canções em troca de liberdade. “Era só ela assinar o papel”, conta Fernanda Brum. Mas não foi a opção de Helen.

A jovem passou dois anos apanhando dentro do contêiner. Ao tomar conhecimento da situação, Fernanda Brum sentiu-se profundamente incomodada. “Eu já não dormia mais. Dia e noite eu dizia: a jovem está dentro desse contêiner, porque fez a vontade de Deus”.

Fernanda lembra que, ao receber o prêmio de “cantora do ano” em uma das edições do Troféu Talento – uma das maiores premiações de cantores gospel do Brasil -, Deus lhe disse: “Você está achando que esse troféu é pra você? Esse troféu é da Helen. Você nunca ficou presa num contêiner. Pode mandar o troféu pra ela”. E a cantora enviou o troféu para a jovem.

Fernanda Brum conta que, desde que tomou conhecimento da situação de Helen, passou a viver a agonia de saber que alguém sofria perseguição pelo simples fato de usar a arte a favor do evangelho. “Eu não tinha paz pra comer minha comida quente no meu prato, porque ela comia no chão. Eu não tinha paz pra usar meu banheiro de granito, porque ela não tinha banheiro. Eu não tinha paz”.

“Soltaram a Helen!”

Fernanda Brum conta que, certo dia, estava em casa quando o marido gritou do segundo andar: “Fernanda, soltaram a Helen!”. “Eu subi as escadas correndo, não podia acreditar. O governo negava a existência dela, dos pastores e das outras 14 crianças, dizendo que se tratavam de fantasmas. Eles eram fantasmas para o inferno. Assustavam o inferno e, por isso, estavam ali”.

Dias depois, a cantora recebeu um telefonema da Missão Portas Abertas informando que o homem que fugiu com Helen do campo de concentração havia sido morto, decaptado e teve a cabeça colocada na porta da casa do pai. Não havia notícias sobre Helen. Fernanda enviou e-mails para contatos espalhados pelo mundo inteiro à procura de informações sobre a jovem, mas não teve nenhuma resposta. Não demorou muito, Fernanda foi surpreendida por um e-mail com a foto de Helen segurando o “Troféu Talento”.

Depois da experiência, a cantora conclui: “A sua linguagem missiológica eficaz é a linguagem da unidade, a linguagem do desesperado por salvação, a linguagem de não ter sua vida por preciosa, mas o evangelho por precioso. A sua linguagem correta é a que Deus quiser usar na hora certa, no tempo certo. Não existe uma fórmula, um jargão, existe uma paixão avassaladora, desesperadora, que te consome de dentro pra fora, de forma pra dentro, e que te faz um semelhante a Cristo em todo tempo”.

 

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