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Sociedade dualista: o limite entre o sagrado e o profano

“O dualismo é a separação de duas esferas. Uma esfera é a do bem e a outra é do mal. Elas não se misturam e uma deve evitar a outra”, define o pastor Luciano Rocha, da Igreja Presbiteriana Betel.

Com base em pensamentos de em teólogos, filósofos e na Bíblia, os pastores Rony Carrijo, Gustavo Poubel, Luciano Rocha e Luiz Fernando discutem, no BATE-PAPO, qual é a diferença e a relação entre o “mundo” e a igreja, o profano e o sagrado, e como o cristão deve viver o reino de Deus em um sistema secular.

Para o pastor Rony Carrijo, seja qual for o papel social assumido pelo cristão, ele deve ser exemplo. “Se eu sou gerente de banco, jogador de futebol e pastor, sendo cristão, sou a mesma pessoa em qualquer lugar. Não é a vida externa que comanda meu passo, mas aquilo que está dentro de mim,” acredita o pastor.

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“O cristão está inserido no mundo, gostando ou não da ideia. Aqui é o campo de atuação dele”, afirma o pastor Luiz Fernando. Ele defende a ideia de que o cristão precisa usar as ferramentas que o “mundo” oferece, como sua profissão, para dar exemplo. Seja na política ou na educação, aquele que serve a Cristo precisa aproveitar as oportunidades para fazer a diferença. Não precisa ser usado e se envolver com o sistema da terra, mas aproveitar as oportunidades de ser luz no mundo.

“Qualquer vocação vem de Deus. Porque o dom provém de Deus”, afirma o pastor Luciano Rocha. O pastor acredita que Deus deu dom aos homens e não somente aos crentes. E a vocação de cada ser humano, seja qual for sua atuação na sociedade, foi criada por Deus e para o servir, sendo dentro da igreja ou não.

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