Os diferentes ritmos e o dilema da música secular

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Convidados do BATE-PAPO falam sobre os diferentes ritmos e estilos nas igrejas e discutem o dilema da música secular: afinal, pode ou não pode ouvir, cantar e tocar música “não gospel”?

Para o pastor e DJ Adelson, do ministério Sétimo Selo, o que faz a diferença em uma música é a intenção com a qual ela é produzida. “Eu vou alcançar quem? Eu vou ganhar quem pra Jesus com esta música?”, questiona.

O cantor, músico e compositor Ramon Goulart traça um paralelo entre a cultura gospel do Brasil e a dos Estados Unidos e defende que o que faz a diferença são as letras das canções. “Nos Estados Unidos não existe esta separação entre música. Musico lá, é músico”, explica. “O si bemol é si bemol em qualquer lugar. Não existe ‘si bemol santo'”, brinca. “Temos que pensar é na letra”.

O pastor e apresentador Jean Carlos complementa: “o artista tem que usar a linguagem dele, o meio que ele recebeu de Deus, pra edificar”.