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Futebol e religião podem andar juntos?

Sempre há muitas polêmicas envolvendo atletas no meio esportivo e, para um atleta cristão, às vezes, é bem difícil conviver nesse meio.

João Leite e Procópio Cardoso têm carreiras dedicadas ao futebol e a Jesus e, desde a época em que atuavam, enfrentaram preconceito e repressão por causa da profissão de fé. “Cinco meses após entregar o meu coração para Jesus, eu passei de quarto goleiro para goleiro titular do Atlético”, lembra João Leite. “Quando comecei a jogar, eu entrava com uma frase em minha camisa: ‘Cristo salva’. Só que a CBD (Confederação Brasileira de Desportos) proibiu. Um repórter me perguntou o que faria, já que Jesus estava proibido na minha camisa. Eu, no entusiamo de recém-convertido, disse: ‘Podem tirar Jesus da minha camisa, mas do meu coração não podem'”, lembra o ex-goleiro do Atlético.

Após esse caso, João Leite começou a entregar Bíblias para jogadores e funcionários do clube com a permissão do então treinador do Atlético, Procópio Cardoso. “Eu tinha que comprar briga com a diretoria”, comenta o ex-treinador. Procópio. quando treinador, dava treinos diferentes aos seus atletas, não permitindo que os mesmos falassem palavrões e brigassem em campo. “Não era a ferro e fogo. Era como um professor dirigindo a sala de aula, como um pai dirige um lar”, diz Procópio.

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