Amor sem preconceito

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O amor vence qualquer barreira. Pelo menos é o que a Bíblia diz: “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Mas será que é possível viver um amor de verdade quando os padrões sociais se apresentam como obstáculo? É possível ignorar o olhar preconceituoso de algumas pessoas e partir em busca de um grande amor?

Talvez você já tenha se comparado a outras pessoas e, por se considerar inferior ou “fora dos padrões”, tenha se deixado “engolir” pelo medo de se relacionar. “Quem vai gostar de mim como sou?”, você pode ter pensado. Mas as convidadas do BATE-PAPO provam que não existe preconceito que resista ao amor verdadeiro.

Cláudia Dias é pastora. Vítima de paralisia infantil aos seis meses de vida, a cadeirante conta que precisou aprender a lidar com o preconceito desde muito nova. Era muito reservada e vivia a maior parte do tempo dentro de casa, com medo de se relacionar. Com a ajuda da família, aprendeu a aceitar a própria condição. Através de amigos, conheceu um rapaz 10 anos mais novo por quem se apaixonou. A princípio, sentiu medo de se arriscar. Mas o amor falou mais alto: eles se casaram e, hoje, eles têm dois filhos.

Renata de Jesus é professora. Negra, conta que já foi vítima de preconceito por causa da cor. Em um dos relacionamentos que teve, sentiu que a família do namorado, branco, não aceitava com naturalidade o fato de ela ser negra. O relacionamento não foi adiante. A professora precisou superar a dificuldade de se relacionar. Hoje, ela é casada com um homem branco.

Assista e inspire-se nesses exemplos: