A polêmica das artes na igreja

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O uso das artes na igreja ainda levanta muita polêmica. Algumas denominações não só veem a arte como mais um instrumento para a propagação do evangelho, como fazem questão dela. Outras, mais tradicionais, são absolutamente contra qualquer tipo de manifestação artística.

Como fica a questão? Em fidelidade às regras de cada igreja, o corpo de Cristo se divide? Existe, de fato, algum problema no uso das artes expresso biblicamente?

Artistas convidados para debater o assunto no BATE-PAPO ressaltam mudanças na cultura religiosa em relação à temática.

– “Hoje, tem se quebrado paradigmas” – André Amado, diretor da Arca Cia de Dança

– “Esse debate é importante e a gente vem hoje não apenas conversar, mas comemorar a evolução da arte dentro da igreja” – Felipe Barros, cantor

– “A arte vai além de um enfeite de culto” – Peterson Amicuchi, líder do ministério de artes Freedom

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(Clique aqui e veja também: “O diabo não tem nada”, com Helena Tannure)

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Arte não é só música

Quando se fala em arte na igreja, qual é a primeira palavra que lhe vem à cabeça? Muitos, provavelmente, dirão “louvor”. Cantores e músicos parecem sintetizar a essência das manifestações artísticas na igreja. Mas, se arte não é só música, por que tem gente que insiste que, para se expressar artisticamente, precisa cantar ou tocar um instrumento?

O cantor Felipe Barros chama a atenção para a visibilidade conferida por esse tipo de posição e ressalta outras possibilidades de uso da arte. “A pessoa já cresce pensando: eu quero ser pastor ou eu quero ser ministro de louvor”, entende. “Às vezes você não nasceu pra cantar”.

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(Clique aqui e veja também: “Os diferentes ritmos e o dilema da música secular“)

E por que toda essa discussão?

É que ainda existem pessoas que não conseguem enxergar que as artes podem ser usadas para a propagação do evangelho de Cristo. “A gente tem que tomar cuidado, como artistas, para promover o reino sem se promover no reino”, defende Peterson Amicuchi, líder do ministério de artes Freedom.

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